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Infelizmente eu estou deixando este espaço.
Na verdade não consigo ficar com um blog e um flog. Então optei pelo flog.
Estarei postando textos e fotos em www.xapirola.com.br/egoilustrado
ok???
Passem por lá, não se arrependerão.
Abraços e beijos
rubinhow
Escrito por Rubinhow às 04h21
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Nada como a educação. Nada mais prático, eficaz, apaziguador. A resolução dos problemas da humanidade. Andar, falar, olhar, respirar com educação. Fazer da vida um gesto educado de seguir adiante. Não pisar em ninguém, não se desfazer do bem por causa da angústia do mal. E a educariedade que falo não significa em vírgula nenhuma servir à etiqueta imposta pelos cantos equivocados de nossa sociedade oval. Vivo tentando me educar. Uma neurótica mania de ver o mundo. Não me considero um grande ser educado, mas a educação me fascina, me torna mais vivo. As pessoas educadas me fascinam. Sua maneira coerente de ser ou de pelo menos estar sendo em relação a você. A pessoa que chega, se aproxima educadamente, me respeita. O respeito é o fundamento da educação. Um mundo respeituoso é um mundo cheio de harmonia em sua volta, uma harmonia as vezes cega e hipócrita demais, mas respeituosa na relação entre os humanos. Se superássemos a dificuldades que temos em um “bom dia”, um “obrigado”, ou um simples sorriso, ao cantos dos lábios, que seja, seríamos mais humanos, mais seres de nossos seres, mais perto chegaríamos do que chamamos de felicidade. Ninguém é feliz sozinho, e a solidão é o contraposto da educação. Obrigado!

Escrito por Rubinhow às 00h57
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Agenda dos Republicados:
Abril:
Dia 9/Sábado - "Encontro de motos" em Cajamar/Jundiaí - 20h - www.ranchobao.com.br
Dia 17/Domingo - "I Arte Pira" no Engenho Central em Piracicaba - horário não definido - grátis.
Dia 20/Quarta (véspera de feriado) - Bar Ponto Sete - Av. Independência, 1700 - Piracicaba - 22h - R$4
Dia 24/Domingo - Sesc Piracicaba - a partir das 15h - R$3
mais informações:
www.republicados.zip.net
www.xapirola.com.br/republicados
Escrito por Rubinhow às 23h59
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Aviso aos meliantes...
Caros amigos, o nome de minha bendita banda mudou-se. Forças do destino nos pressionaram por essa mudança, que para deleite dos deuses foi para melhor. Agora somos a banda REPUBLICADOS. Estamos com um cdzito demo intitulado "Demo-cracia" e algumas músicas disponíveis no novo site. Convidamos todos à entrarem nessa república musical, republicação do que já se viu ou ainda não. www.republicados.zip.net
agrademos a leitura de todos...
Guardem bem esse novo nome em vossas cucas: REPUBLICADOS.

Escrito por Rubinhow às 20h59
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1 ano de Ponto 7
Mais uma vez tivemos o prazer da música em nosso coração. Cada dia mais sinto que isso é uma grande dádiva que deve ser respeitada para nunca terminar no fim do poço. E esse respeito, entre música, músico e público é essencial para se manter essa estima pela preciosa arte do som. Ondas sonoras que se transformam em ondas emotivas. Coisas arrepiantes que acontecem por aí. O show de sábado foi supimpa, bacana, jóinha... DUH! Agradeço pessoalmente a todos os grandes humañitos que lotaram a casa.
*Para ver as fotos do show CLIQUE AQUI

Escrito por Rubinhow às 14h48
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1 Ano de Ponto 7
E mais uma vez a banda Produto Nacional volta ao bar Ponto Sete para agitar a todos com o som do Pop/Rock Nacional de qualidade... Músicas que voltam ao passado e prevêem o futuro, balançam as cadeiras e o emocional da alma. A grande ecleticidade do “Roque Brasilês”.
Banda Produto Nacional – comemorando 1 ano do bar Ponto 7 – dia 19 de fevereiro de 2005, sábado, no Bar Ponto 7, Avenida Independência 1700.
Esperamos ansiosos todos vocês lá.
PN

Escrito por Rubinhow às 12h22
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O pouco que sabemos
Sobre aquilo que tentamos entender
Tem a ver com a forma e o momento
Que pode acontecer
É a vontade de alguém se expressar
É a saudade que na gente se dá
É a maneira que usamos para convencer
O resto do mundo humano
A nos amar
Se aquilo que sabemos
É tudo isso que não queremos saber
Acontece toda hora e todo tempo
Que pode ter a ver
É a vontade alguém se aproximar
É a coragem que na gente se dá
É a maneira que usamos para perceber
O quanto ainda do mundo
Vai desabar
Escrito por Rubinhow às 23h20
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29 de janeiro
Caros amigos...
Sábado, dia 29 de janeiro de 2005, a partir das 21:30h, a banda Produto Nacional estará se
apresentando no Bar Ponto Sete, que fica na Avenida Independência, 1700, Piracicaba/SP
A banda vai tocar sucessos dos anos 60, 70, 80, 90 até os dias atuais, misturando Raul Seixas, Rita Lee, Nando Reis, Barão Vermelho, Cazuza e toda a turma do cenário Pop/Rock Nacional... além, claro, das composições próprias de muito bom gosto e qualidade.
A banda Produto Nacional conta com Rubinhow Vitti no vocal, José Schiavon nos teclados, Mauro Benotti na guitarra, Matheus Rizato na bateria e Murilo Cazeri no baixo.
Venha curtir o melhor dia do final de semana conosco.
Esperamos todo mundo lá...
PN
Mais informações: www.produtonacional.zip.net

Escrito por Rubinhow às 14h33
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Nada se cria. Tudo se copia.
Todo mundo é maluco, é artista.
Todo mundo é seguro, confia no taco.
Todo mundo quer prever o futuro.
Todo mundo pensa que faz de tudo.
Todo mundo se veste diferente, original.
Todo mundo ta na moda, e a moda é diferente, igual.
Todo mundo ta precisando de dinheiro.
Todo mundo vê TV, e na TV
Todo mundo quer se ver.
Todo mundo quer ser jovem.
Todo jovem quer envelhecer.
Todo mundo é contra a fome.
Todo mundo quer comer.
Todo mundo quer ser bom, o melhor.
Todo mundo quer ser, aparecer.
Todo mundo é pop, é rock, é cool.
Todo mundo estuda o que já decorou.
Todo mundo é primeiro, é único.
Todo mundo é personagem, protagonista.
Todo mundo é legal, supimpa, tem carisma.
Todo mundo é extrovertido, é estranho.
Todo mundo é esotérico, cabalístico, é romântico.
Todo mundo é político, é crítico.
Todo mundo tem um senso analítico.
Todo mundo é todo mundo, não tem jeito.
Todo mundo é uma cópia, um xerox mal feito.
Todo mundo pensa, outros não.
Todo mundo é sozinho, é consigo.
Todo mundo não enxerga, além do próprio umbigo.

Escrito por Rubinhow às 15h03
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2004/2005
Certo dia, um senhor de cabelos brancos longos e óculos redondos coloridos chegou ao pé do meu ouvido e me disse em tom de cinismo cético: “Quanto mais o ano acabar, mais um ano novo virá para acabar novamente”. E eu, em minha inocência eclética, me desperdicei em pensamentos. Comecei a raciocinar que o ano vem, vai e acaba sempre, começa sempre, num calendário insano de comemorações.
A gente vai andando pela calçada, pisando em pedregulhos pontudos só para atravessar a rua. Continuamos equações, somas, divisões só para chegar aos resultados. Comemos, bebemos, absorvemos proteínas e lucros, assim vamos ao banheiro jogar todo o resto esgoto abaixo. E assim o ano passa. Num piscar de olhos, num flash de pensamento, num arbítrio qualquer jogado às traças.
Enquanto a gente vive, contamos essa vida em anos e rapidamente somos reduzidos àquilo que nós mesmos criamos. O tempo.

Escrito por Rubinhow às 14h37
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Piriri de Natal.
Todos os anos presto uma grande homenagem enojando esta data comemorativa que une o mundo, o NATAL. Nessa época, as pessoas ficam felizes, se abraçam, sorriem e COMPRAM, claro.
Mas esse ano, não estou revoltado, afinal, tenho que admitir que gosto desta data. Minha mãe já começa ficar atarefada com os compromissos públicos, minha casa vai tomando jeito na bagunça para ficar bonita pro natal, meu pai já começa reclamar incansavelmente que seu 13° já vai indo pro saco, do Papai Noel. Ah, rotina.
Para se ter uma idéia de minha falta de revolta atual, o primeiro filme que fui ver no cinema em dezembro foi “O EXPRESSO POLAR”. Cheio de fantasias amedrontadoras e cor vermelha. Como uma criança pode gostar de anões tão feios e de um sir Noel agigantado. Odiei, claro.
O cheiro do natal é curioso. Vem do nada, com a brisa morna, com o gosto da maça na maionese, com a propaganda sempre emocionante da Globo: “Hoje a festa é sua, hoje a festa é nossa, é de quem quiser...”, quem não arrepia o cóccix ouvindo o elenco global cantar esse hino???
É, acho que a paz invadiu meu coração nesse 2004 esperançoso. Mas garanto que a revolta volta até o dia D, ou melhor, dia N. Lá, no encontro dos uni sanguíneos, o poder magistral da alegria barata vai abrir meus olhos e mostrar a face cruel desta data querida.
Afinal, Papai Noel sempre foi um porco capitalista.

Escrito por Rubinhow às 00h05
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Vil metal
Bolso vazio. Furado. Papel moeda rasgado.
A cara do beija flor verde desaparecendo a cada dia das minhas mãos.
A arara é rara. O mico leão, então, nem se fala.
Engraçado perceber que as figuras do valor são figuras em extinção, coincidência amedrontada.
O ego da gasolina sobe cada semana e os carros não param de andar.
A música perdeu a harmonia. O rádio não para de tocar.
Os filmes perderam seus roteiros originais. O que queremos mais?
Meses acabados, suados. Custo de vida, menos valia.
Batente, da porta. Ninguém se importa, ninguém nota.
Toneladas de pensamentos, gramas de ação.
Rios de moedas, em outros braços e mãos.
E agora, e então?
Decisões, preocupações, ões...
Até o fim!

Escrito por Rubinhow às 14h13
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Solidão
Tom Zé
Solidão, que poeira leve Solidão, olha a casa é sua O telefo/ Solidão, que poeira leve Solidão, olha a casa é sua E no meu descompassa o riso dela
Na vida, quem perde o telhado Em troca recebe as estrelas Pra rimar até se afogar E de soluço em soluço esperar A vida que sobe na cama E acende o lençol Sol lhe chamando Sol-licitando
Solidão, que poeira leve Solidão, olha a casa é sua O telefo/ Solidão, que poeira leve Solidão, olha a casa é sua E no meu descompassa o riso dela
Se ela nascesse rainha Se o mundo pudesse agüentar Os pobres ela pisaria E os ricos queria humilhar Milhares de guerras faria Pra se deleitar Por isso eu prefiro cantar sozinho
Solidão, que poeira leve Solidão, olha a casa é sua O telefone chamou, foi engano Solidão, que poeira leve Solidão, olha a casa é sua
Escrito por Rubinhow às 11h26
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Lição de casa
Fiquei tão bobo
De repente eu percebo que tudo se foi
Não falo nada
To tentando te dizer que eu fiquei
A prisão entre pessoas
Que eu conheci e vivi
Sem perceber
Que eu ainda estava ali
A batida da canção
Me fez chorar de dor
Ou sei lá o que seria aquilo
O homem que criou e destruiu o céu
O homem que criou e destruiu o mundo
O homem que criou e destruiu o homem
E lá vou eu
De novo pela estrada que acabou
Pelas coisas que eu não escutei
Mas a vida falou
  
Escrito por Rubinhow às 20h31
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Abrindo a página errada de um livro incomum:
“Andando sem rumo. Procurando um lugar para descansar a tristeza, conhecendo um pedaço de tudo. E o outro lado do que ainda não viu. Só sobrou os bolsos furados, os olhos molhados e a falta de um caminho pra voltar. O tempo e o ódio apagaram. Chegando perto demais, os pés quase deram um passo, falso, para o fim.
Olhando para trás, não recebeu a palma de uma mão para se apoiar. O vento empurrou o corpo. Não viu mais nada. Um grito soou. O pensamento ainda se repetia: - O que fizeram de mim? O que não podia mudar? Nem o amor nessa vida é feliz.
Mas o amor não podia faltar.
No instante seguinte, as rochas no fim do penhasco carregavam a carcaça da morte. Pele e osso. Imóvel. Sem mágoa, sem dor. Sem alma.”
De repente. Parei de enxugar os olhos e fui embora
Vai ver, era o ato que faltava, a chance, a minha hora...

Escrito por Rubinhow às 00h50
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